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As Origens dos Nomes que Compõem a Denominação G.R.E.S. Estaçao Primeira de Mangueira - Mangueira 90 Anos.


Origens dos nomes que compõem a denominação:
GRÊMIO RECREATIVO ESCOLA DE SAMBA ESTAÇÃO PRIMEIRA DE MANGUEIRA.



GRÊMIO RECREATIVO

Em 1935, o Delegado de Polícia, Dr. Dulcídio Gonçalves, determinou que fosse acrescentado a todas as Escolas de Samba, o termo, “GRÊMIO RECREATIVO”.


ESCOLA DE SAMBA

Consta que em uma roda de amigos no Estácio (em 1928), na qual, estava presente o compositor Ismael Silva, o mesmo, olhando para o prédio do Instituto de Educação (Escola Normal), disse: “Se somos tão bons no que fazemos, por que não podemos ser também, uma Escola?... sim... “Escola de Samba”!”. Foi quando esse nome foi usado pela primeira vez e com o passar dos tempos, foi adquirindo a força que tem hoje.


ESTAÇÃO PRIMEIRA

No dia 28 de abril de 1928, na casa de Euclides da Joana Velha, na Travessa Saião Lobato nº 21 (Buraco Quente), Mangueira, reuniram-se sete (7) pessoas para fundarem uma Associação Carnavalesca, que denominaram, “ESTAÇÃO PRMEIRA”. Estes fundadores foram os seguintes:

Euclides Roberto dos Santos (Seu Euclides da Joana Velha),
Angenor de Oliveira (Cartola),
José Gomes da Costa (Zé Espinguela),
Marcelino José Claudino (Maçu),
Pedro Caim (Paquetá),
Saturnino Gonçalves (Satur),
Abelardo Clemente (Abelardo da Bolinha).

A família do Saturnino encontrava-se muito preocupada com a demora dele em chegar para jantar, data que se comemorava o aniversário da sua filha mais nova, Cecéia. Ao chegar, vendo a tristeza da filha, disse-lhe: - “Estou trazendo para você, como presente de aniversário, a fundação da Estação Primeira” (está na postagem, Adeus Querida Cecéia).


Associações que se uniram para fundar a “Estação Primeira”.
         BLOCOS:

Arengueiros,
Tia Tomásia,
Tia Fé,
Do Seu Julio,
Mestre Candinho,
         RANCHOS
Príncipe da Floresta e Pérola do Egito


MANGUEIRA

O Grêmio era chamado por todos simplesmente de Mangueira, mas, não constava na sua razão social.

Para sanar esta falta, em uma reforma no Estatuto, na gestão do Sr. Juvenal Lopes, a comissão que cuidou de reforma, composta por:
  • Raymundo de Castro,
  • Célio da Caixa e,
  • Zacarias (motorista de taxi). 
    (não possuo os nomes completos do Célio e do Zacarias).
Esta equipe acrescentou ao Grêmio, a palavra “MANGUEIRA”, passando a chamar-se após esta reforma: Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira e por iniciativa minha, entramos com o pedido de registro de marcas junto ao INPI.



- Considero uma das coisas mais importantes realizadas na história do Grêmio, o acréscimo do termo “MANGUEIRA”, ao nome “ESTAÇÃO PRIMEIRA”.


Eis, portanto, como chegamos à denominação atual da nossa querida Escola de Samba:

GRÊMIO RECREATIVO ESCOLA DE SAMBA ESTAÇÃO PRIMEIRA DE MANGUEIRA.

Dante Carelli e Elmo José dos Santos.


Baluartes:
Raymundo de Castro, Ermenegilda, Dante Carelli e Aramís.


Dante Carelli e Esposa.


MANGUEIRA - 90 ANOS

Raymundo de Castro: A Mangueira faz parte da minha vida

Raymundo de Castro, A Mangueira faz parte da minha vida!

Aqui um resumo das minhas realizações junto à Comunidade e ao nosso Gremio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.

Pais: Bertholina de Castro e Francisco de Castro.
Irmãos: Reinato e Eliza e eu (Raymundo), em pé.


Filho de Bertholina de Castro e Francisco de Castro e irmão de Elisa de Castro e Reinato de Castro. Meu pai foi o primeiro português a se instalar na região do Morro da Mangueira em 1908.

Inaugurou e foi o Proprietário do primeiro Armazém de "Secos & Molhados" do Morro, denominado: "Armazém Central". Foi tesoureiro do Esporte Clube Malha São José - localizado na Travessa Sayão Lobato, no qual, eu era "mascote". 

Francisco de Castro (pai do Baluarte Raymundo de Castro), atrás do balcão em 1910

O primeiro armazém de "Secos & Molhados" na entrada do Buraco Quente na Mangueira.

CORREÇÃO:
No livro "Fala Mangueira" entre as pgs. 32 e 33, de Marília Barbosa, Carlos Cachaça e Arthur L. de Oliveira Filho, está descrito como:

"...o armazém de Zé de Castro (no balcão, de bigode,),...".

Na realidade é: O armazém de Francisco de Castro, (no balcão de bigode), ao lado de Ismar, o versador. À esquerda, Alcides, filho da Tia Fé, três crianças e Antônia, mulher de Emiliano. Fotos dos anos 10. (conforme descrição dos autores do livro).



ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DA MANGUEIRA


Fui um dos fundadores da "União dos Moradores de Mangueira Pró-Urbanização", fundada em 21 de junho de 1970 e exerci a função de 2º tesoureiro.
PARTICIPAÇÃO NO GRÊMIO:

ALA DA BATERIA:
Fundada em 1º de março de 1959.
A convite de Homero José dos Santos, (Tinguinha) e Darque Dias Moreira, (Sinhozinho), participei da fundação da Ala da Bateria, acompanhando, além de Tinguinha e Sinhozinho, diversos jovens, destacando-se entre outros: Waldyr José Claudino, Ulisses Gomes da Costa, Carlos Alberto da Silva (Carlinho da Dnª. Raimunda).


TÍTULOS ADQUIRIDOS NA ALA DA BATERIA:


CONSTRUÇÃO DO PALÁCIO DO SAMBA:

Jornal do Brasil: 30/01/1971. PRESIDENTE: Djalma dos Santos.

"A construção do Palácio do Samba começou com uma conversa informal entre Raymundo de Castro (Diretor Tesoureiro) e Ciro Ramos (Diretor Social)."
Publicado no Jornal "O Dia - pg. 06. Caderno, D" Data: 6/7 de fevereiro de 1972.
PÁGINAS NA ÍNTEGRA ABAIXO

 Clique aqui para ler a transcrição do texto na íntegra..


A BEM DA VERDADE:
No livro "Mangueira Paixão Verde e Rosa", pág. 176, diz que a compra do terreno foi realizado devido um empréstimo feito junto ao Banco Industrial de Campina Grande. O que não é verdade.

- A verdade é que este dinheiro saiu dos cofres da Escola. Tendo eu confirmado ao Dr. Oliveira Pena que poderíamos comprá-lo à vista, pois tínhamos o dinheiro em caixa, mas ele e o Eugênio acharam por bem, comprá-lo a prazo.

A promessa da Diretoria do Banco Industrial Campina Grande, seria financiar a obra, o que não aconteceu. O financiamento da construção foi feito pela COFRELAR.


COMENDADOR DO SAMBA:
As pessoas que contribuíram para a construção do Palácio do Samba, passaram a integrar a "Ala da Remandiola" e receberam o título de "Comendador do Samba".


NOTA:
Para entender melhor esta postagem, leia também:


RAYMUNDO DE CASTRO: A MANGUEIRA FAZ PARTE DA MINHA VIDA



Mangueira Palácio do Samba - A História da Construção


O Texto abaixo foi transcrito na íntegra (se tiver algum erro de português, acento, ou digitação, é como está no jornal) - O mesmo foi publicado no jornal "O Dia" de 06/07 de Fevereiro de 1972 - Página 6 - Caderno D.
Palácio do Samba A História da Construção

Para alegria geral aí está a nova sede da Estação Primeira, como todo conforto e luxo para os foliões cariocas, fruto de um trabalho profícuo de homens capacitados, simples e honrados, que dedicam suas vidas em prol do desenvolvimento do nosso samba, da música popular brasileira, do brilhantismo cada vez maior, do Carnaval do Rio.


A MANGUEIRA É DA MANGUEIRA

Dizer hoje o que é o novo Palácio do Samba não é novidade. O bom é relatar toda história que teve seu início no primeiro sábado de Janeiro de 1970, num dos grandes ensaios da Verde-e-Rosa.

Gente de todas as camadas sociais, autoridades, turistas se misturam num bloco só na quadra, enquanto do lado de fora filas intermináveis. Dois homens ali permaneceram até o sol raiar. Ciro Ramos e Raymundo de Castro, dois Baluartes desta jornada.

Os dois riam satisfeitos com o lucro, mas não com a recepção que a Mangueira oferecera aos visitantes.Calados, um olhando para o outro. Que festa, quanta gente. A Mangueira cresceu demais, seria o assunto.

Todos se retiraram e ao chegar a vez do Ciro, Raymundo de Castro, atual tesoureiro, dissera: "Vamos, nós temos que estudar uma forma de construir uma nova quadra, porque do Contrário, ninguém vai mais querer voltar aqui pelo desconforto e falta de organização".

No dia seguinte, Ciro e Raymundo já estavam com mais dois dirigentes da escola, Eugênio Agostini e Renato Xavier falando sobre o problema.

Em menos de 72 horas os quatro já estavam reunidos com os arquitetos Sabino Barroso e José Leal, ambos conhecidos de Eugênio e Renato, desde a inauguração de Brasília, onde trabalhavam na equipe de Oscar Niemeyer.

FEIJOADA

O primeiro passo foi organizar uma feijoada na quadra para levarem os dois arquitetos. Coisa muito normal nas escolas, e a Maria se encarregou.

A quadra encheu de dirigentes e componentes, e os dois convidados já estavam.

O motivo era a feijoada, mas por detrás de tudo estava problema: a construção.
Os dois visitantes sentiram de perto a situação da escola e as dimensões do terreno, sem darem uma só palavra.
Outras vezes voltaram à Mangueira, e nem o pessoal da diretoria em peso sabia do que se tratava.

Os homens fizeram os planos e numa reunião apresentaram o primeiro projeto.
Foi a primeira explosão oficial, isto é, do conhecimento de todos. Na base da cara e da coragem, foi logo nomeada uma comissão de obras, com Eugênio Agostini na presidência e mais os diretores Ciro Ramos, José Ramos, Alcyone Barreto, Mário e José
.
ANGU

Foi armada, então, outra remandiola, desta feita para o então Secretário de Obras na Casa de Renato Xavier. Tinha de explicar o plano e pedir a orientação daquela autoridade.

As mulheres ofereceram um angu à baiana, e os homens um autêntico "show" de composições famosas da Mangueira.

O Secretário Dr. Paulo Soares, ouviu tudo e declarou: "Mandem brasa. Podem construi." Já no dia seguinte Ciro Ramos queria iniciar a obra, mas o presidente da Comissão ponderou dizendo que primeiro teriam que ve a situação do terreno. Descobrir o processo que estava na Justiça, onde o proprietário do terreno, Sr. Milton Pinheiro, tinha recorrido contra o Estado que havia doado aquela área à Mangueira.

O negócio parecia se complicar, e então armaram outra remandiola, desta feita para o ex-Governador Negrão de Lima, no Clube Monte Líbano.

FESTAS

Xangô, diretor de harmonia, foi encarregado de montar um "show" com os grandes valores da escola. Era o segredo do impacto. Acertaram a data 31 de Julho de 1970.

Convidaram elementos gabaritados para colaborar, como Hermínio Belo de Carvalho, para fazer o "script", Eduardo Sidney e Paulinho Soledade.

Reuniões successivas no escritório de Eugênio e a relação das autoridades convidadas para a festa.

Sabino e Leal mandaram fazer a maquete da nova sede e eles próprios tiveram o cuidado de pregar os quadros fotográficos que Afonso alcazar e Eduardo Castier ofereceram à Estação Primeira sobre o projeto.
Rute Leal também colaborou.

DECEPÇÃO

O início da festa foi uma decepção. O coquetel não saiu como eles esperavam, e um discurso que um casal de criança ia ler para o Governador Negrão de Lima, que pedia a desapropriação do terreno, foi rasgado pela Comissão de Obras , que já estava quase chorando. "O homen não pode vir, não precisa de discurso", foram as palavras de Ciro. A festa, porém, foi prosseguindo.

Xangô comandava o espetáculo com o Trio Pandeiro de Ouro, e os salões iam enchendo.

Lá já estavam Erasmo Martins Pedro, vice-governador atual; Nelson Carneiro; Deputado Federal, Waldomiro Teixeira; Ruy Pereira da Silva, na época diretor do DOI; Sr. Vilas Boas, presidente da COHAB; o representante do Sr. Newton Rique, do Banco Industrial de Campina Grande; o gerente Alexandre da Fonte; Sr. Marcílio Marques Moreira, do grupo Moreira Sales; Sr. Eduardo de Oliveira Pena, Diretor do BNH, que foi o último a sair da festa e quis saber de tudo sobre a Mangueira. no final, falou: "Deixem comigo. Vou solucionar o problema do terreno e da construção". Para alegria geral...

Alí mesmo o Sr. Eduardo fez um pedido à turma: "quero todo este "show" no Iate Clube onde teremos uma reunião de confraternização dos dirigentes do BNH com autoridades do sistema financeiro dos EUA.

Houve o babado, a Mangueira voltou a se apresentar e conquistou mais autoridades. Alcyone descobriu na COHAB o processo e a situação era uma: a Mangueira tinha de comprar o terreno.

A Comissão de Obra se reuniu com o proprietário do terreno acertaram a compra. Tudo andava para a frente e logo reuniões sucessivas com os arquitetos, juntamente com os banqueiros.

Para o Sr. Eduardo de Oliveira Pena, o tesoureiro Raymundo de Castro fez uma explanação geral do sistema financeiro.

O Diretor-Presidente, Donald stuart, antes de falar em cifras, declarou: "Vocês podem deixar que essa obra eu faço questão de fazer". Tava tudo jóia.

A Mangueira tinha naquela altura uns 100 mil cruzeiros em caixa, mas Raymundo de Castro garantiu aos homens que depois do carnaval o negócio chegaria a uns 200 mil, e não deu outro bicho.

Em dezembro o Sr. Eduardo Oliveira Pena fechou o negócio. Oitenta mil à vista e 122 mil financiados.

A MANGUEIRA É NOSSA

Nem todo mundo da Mangueira ouviu as palavras de Raymundo de Castro, no dia em que Djalma assinou a escritura de compra do terreno. Mas lá estava Zica, Cartola, José Ramos, Carlos Cachaça e toda a Comissão de Obra.

Eugênio, eufórico, declarou: "A Mangueira é da Mangueira". Lágrimas de Zica, e os mais velhos fechavam a cara para não chorar de emoção.
Rui Pereira da Silva, presente ao ato, exclamou: "Será o primeiro Palácio do Samba".

INÍCIO DAS OBRAS

Depois de algumas remandiolas, como diz o Xangô, entre SURSAN, Divisão de Planejamento e os homens da Secretaria de Obras, Leal e Sabino entram na quadra dirigindo um trator e logo o fato é comemorado em todas as biroscas do morro.

A ECISA oferece uma feijoada aos mangueirenses e inicia-se a obra. Para alegria geral...

INAUGURAÇÃO

Tudo dentro das linhas mais modernas da arquitetura, e dotadas de todo conforto, com ar refrigerado, telefones até nos banheiros, pátio de estacionamento para carro, elevador, luz para televisão a cores, cabinas para rádios, imprensa, convidados, autoridades, pista de dança e tudo que se possa imaginar.

Obra que chegará a um bilhão e meio antigos, um arrojado empreendimento, de homens humildes, simples, mais honrados, como Djalma dos Santos, o grande executor desta apoteose que é hoje a quadra da Mangueira, na Rua Visconde de Niterói, 1.062, cuja inauguração está prevista para estes dias. Para alegria geral...

O Texto acima foi transcrito na íntegra (se tiver algum erro de português, acento, ou digitação, é como está no jornal) - O mesmo foi publicado no jornal "O Dia" de 06/07 de Fevereiro de 1972 - Página 6 - Caderno D.
NOTA:
1) No livro "Mangueira Paixão Verde e Rosa", pág. 176, diz que a compra do terreno foi realizado devido um empréstimo feito junto ao Banco Industrial de Campina Grande. O que não é verdade.
- A verdade é que este dinheiro saiu dos cofres da Escola. Tendo eu confirmado ao Dr. Oliveira Pena que poderíamos comprá-lo à vista, pois tínhamos Cr$ 180.000,00 em caixa, mas ele e o Eugênio, acharam por bem comprá-lo a prazo.

2) Pela primeira vez a Mangueira terminou o Carnaval com dinheiro em caixa: 200 mil cruzeiros, de onde saiu o sinal de 80 mil cruzeiros para a compra do terreno.

- A promessa da Diretoria do Banco Industrial Campina Grande, seria financiar a obra, o que não aconteceu.

- O financiamento da construção foi feito pela COFRELAR, conforme escritura arquivada no Registro de Imóveis.

LINK: Cópia do Registro de Imóveis:  AQUI.

3) Nesta obra de construção da Quadra, fizemos a estrutura para receber mais um andar, prevendo a construção no futuro, do 3º pavimento.

FOTOS:
Assinatura da escritura de Compra e Venda do terreno para a Construção do Palácio do Samba
.

  F 01: Raymundo de Castro - F 02: Djalma dos Santos, Raymundo de Castro e Convidados.


PALÁCIO DO SAMBA: A HISTÓRIA DA CONSTRUÇÃO



Raymundo de Castro e Estação Primeira de Mangueira.


Gestões e administrações no Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.

Quadra da Mangueira, gestão Djalma dos Santos.
Feijoada em Comemoração a Vitória.
Gestão: Djalma dos Santos.
(foto tirada do palanque da Bateria, vista para a Quadra).


PRESIDENTE, ROBERTO PAULINO: PERÍODO 1960 A 1962..

PARTICIPEI ATIVAMENTE DESTE PERÍODO QUE UNIU DIVERSAS CORRENTES QUE SE ENCONTRAVAM AFASTADAS. ENTRE ELES, DESTACO:

Neuma (Neuma Gonçalves da Silva),
Zica (Euzébia Gonçalves da Silva),
Seu Alcides (Alcides Bernadino),
Sinhôzinho (Darque Dias Moreira),
Tinguinha (Homero José dos Santos,
Velho Massú (Marcelino José Claudino),
Ed Miranda (Ed Miranda Rosa),
Tantinho (Devani Ferreira),
Chininha (Eli Gonçalves da Silva),
Beleléu (Manuel Pereira Filho),
Nilton (Nilton de Oliveira),
Xangô (Olivério Ferreira),
Cartola (Angenor de Oliveira),
Carlos Cachaça (Carlos Moreira de Castro),
Jamelão (José Bispo de Clementino dos Santos),
Mussun (Antônio Carlos Bernardes Gomes),
Delegado (Hégio Laurindo da Silva),
Neide (Porta Bandeira),
Juvenal Lopes e outros... Na gestão do mais jovem Presidente do Grêmio.

PRESIDENTE: MANUEL PEREIRA FILHO (Beleléu).
PERÍODO: 1962/1964.
Na gestão do "Beleléu", além da minha participação, participaram praticamente todas as pessoas que colaboraram na administração do Presidente Roberto Paulino, inclusive o próprio.

PRESIDENTE: JUVENAL LOPES.
PERÍODO: 1964/1970.
Neste período, se elaborou uma reforma do estatuto com a comissão composta por: Raymundo de Castro, Zacarias e Célio (Caixa Econômica). Tendo sido acrescentado a denominação "Mangueira"" ao nome do "Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira", denominando-se após, "Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira".

PRESIDENTE: DJALMA DOS SANTOS
PERÍODO:  1970/1974.
Tendo como destaque: a construção do Palácio do Samba dentro das linhas mais modernas de arquitetura e dotado de todo conforto da época.

Com ar refrigerado, telefone até nos banheiros, pátio para estacionamento, elevador, luz para televisão a cores, cabines para rádios, imprensa, convidados, autoridades, pista de dança, frigorífico para estoques de cervejas e uma sub-estação de energia própria.

REGISTRO DE MARCAS:
Neste período, registrei as "marcas" abaixo relacionadas junto ao INPI:
- MANGUEIRA.
- ESTAÇÃO PRIMEIRA.
- ESTAÇÃO PRIMEIRA DE MANGUEIRA (C.R.M. nº 811572650).

OBS.:
Quinze dias após a nossa solicitação, a TV Manchete entrou com o pedido de registro da marca "ESTAÇÃO PRIMEIRA", o que foi negado.


ABAIXO, GESTÕES E CARNAVAIS QUE PARTICIPEI E ADMINISTREI NO GRÊMIO:
ESTAS FORAM AS GESTÕES E CARNAVAIS QUE PARTICIPEI E ADMINISTREI NO GRÊMIO.




RAYMUNDO DE CASTRO E ESTAÇÃO PRIMEIRA DE MANGUEIRA

Álvaro Luiz Caetano


ALVINHO

Conheci o Alvinho menino, período em que os ensaios eram realizados na quadra do Esporte Clube Cerâmica, onde ele tomava conta dos carros que ali estacionavam.

Nascido e criado no Morro de Mangueira, especificamente, na área denominada “Candelária”.

O Alvinho desde quando garoto, passando pela adolescência e já adulto, sempre acompanhou o destino da Mangueira. Ora como simpatizante e ora como dirigente.

TEMOS A DESTACAR:

Como compositor, de parceria com Hélio Turco e Jurandir, conseguiu representar a Mangueira em diversos carnavais:


1988 – “100 anos de Liberdade, Realidade ou Ilusão?”.
Carnavalesco: Júlio Mattos.

1990 “Deu a Louca no Barroco”. Carnavalesco: Hernesto Nascimento. - Vencedor do Estandarte de Ouro “Melhor Samba”.

1991 – ”As Três Rendeiras do Universo”.
Carnavalesco: Hernesto Nascimento e Cláudio Rodrigues.

1992 – “Se Todos Fossem Iguais a Você”.
Carnavalesco: Ivamar Magalhães.

- Foi presidente da Ala “SAMBRASA”.

- Participou do movimento “Muda Mangueira” que elegeu para dirigir a Mangueira, Elmo José dos Santos, Presidente e Walter M. Miranda, Vice-Presidente.

- Alvinho foi eleito, Conselheiro. Período: 1º de Maio de 1995 a 30 de Abril de 1998.

- Com a continuação do movimento “Muda Mangueira” e com a reeleição de Elmo José dos Santos e Walter M. Miranda, Alvinho foi reeleito também Conselheiro e exerceu neste período de 1º de Maio de 1998 a 30 de Abril de 2001, a função de Vice-Presidente de Promoções e Eventos.

- Presidiu a Assembleia Geral Ordinária, realizada no dia 12 de Junho de 2000, na qual, foram eleitos, indicados pelo presidente Elmo José dos Santos, os seguintes Beneméritos:

Alcione Barreto,
José Pinto Monteiro (da Xerox),
Nilton de Oliveira,
Célia Regina Domingues e
Alice de Jesus (Tia Alice).

Para a gestão de 2001 a 2004, em Assembleia Geral realizada em 22 de Abril de 2001, Álvaro Luiz Caetano foi eleito presidente do Grêmio, tendo como Vice-Presidente Eli Gonçalves da Silva e Vice-Presidente Financeiro Elias Riche Filho e reeleito para o período de 1º de Maio de 2004 a 30 de Abril de 2006.

Em Assembleia Geral realizada em 22 de Maio de 2003, presidida pelo Dr. Alcyone Barreto, foram destacadas as seguintes obras realizadas neste período:

1. - Construção da sala de refeitório da Ala da Bateria.

2. - Banheiro dos compositores.

3. - Aquisição e instalação de som na Quadra.

4. - Cozinha da Ala das Baianas.

5. - Cantinho da Velha Guarda.

6. - Sala VIP com vista panorâmica.

7. - Recuperação dos banheiros da entrada da Quadra.

8. - Recuperação do teto do auditório.

9. - Reforma dos banheiros da Administração.

10. - Reforma da sala da Diretoria.

11. - Aquisição de imóveis:

        - Casa da Cristolina.
        - Casa da Léa – Construiu no local 8 (oito) salas de áula.


      - Casa da Candelária – Construiu o Posto de Saúde “Waldemar Caetano”.

12. - Retomada do Barracão dos Foliões de Botafogo.

13. - Construção do teto retrátil da Quadra com ampliação da área da cobertura.

14. - Reforma do telhado da Praça XI.

15. - Construção do Mezanino no Barracão de Alegorias.

16. - Aquisição de subestação de energia do Barracão de Alegorias com a reforma das instalações elétricas.

17. - Aquisição de subestação de energia do Barracão de Alegorias com a reforma das instalações elétricas.

18. - Várias reformas feitas na Vila Olímpica.

19. - Aquisição de veículos novos como: a “van” dos Baluartes e a “fiorino’.

20. - Aquisição e instalação de duas (2) roletas eletrônicas na portaria da Quadra.

- Nas suas administrações foram realizadas diversas parcerias e patrocínios.


REALIZOU OS SEGUINTES CARNAVAIS:

2002 - Brasil com Z é pra cabra da peste, Brasil com S é nação do nordeste.
Classificação: Campeã.

2003 - Os dez mandamentos. O samba de paz contra a saga da liberdade.
Classificação: 2ª Colocada.

2004 - Mangueira redescobre a estrada real... E deste eldorado faz-se o carnaval.
Classificação: empate na 2ª Colocação com a Unidos da Tijuca e ficando em 3ª Colocação no desempate, devido o quesito Evolução.

2005 - Mangueira energiza a Avenida. Carnaval é pura energia e energia é o nosso desafio.
Classificação: 6ª Colocada.

2006 - Das águas do Velho Chico nasce um rio de esperança.
Classificação: 4ª Colocada.

- Por iniciativa de Álvaro Luiz Caetano, em 19 de Agosto de 2003, o Dr. Peter Dierk Siemsen foi agraciado com o título “Sócio Honorário”.


TÍTULOS HONORÍFICOS:

1 - Medalha “Pedro Ernesto”, agraciado pela Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

2 - Medalha “Tiradentes”, agraciado pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

3 - Medalha “Tiradentes”, agraciado pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

4 - Medalha do “Mérito Cultural” agraciada pela Presidência da República.


Em Assembleia Geral realizada no dia 17 de Abril de 2006, foi agraciado com o título de “Grande Benemérito” do Grêmio Recreativo Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira.



FOTOS do LIVRO:
"Paixão Em Verde e Rosa"


ÁLVARO LUIS CAETANO






Registro de Marcas



REGISTREI AS "MARCAS" ABAIXO RELACIONADAS, JUNTO AO INPI:

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* Mangueira.
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* Estação Primeira.
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* Estação Primeira de Mangueira.
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 (C.R.M. nº. 811572650)  



NOTA: Quinze dias após a nossa solicitação, a "TV Manchete" entrou com o pedido do registro da marca "Estação Primeira". O que foi negado.

REGISTRO DE MARCAS:






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